A convite da Casa do Porto, esteve em Belo Horizonte nesta última semana, o sommelier italiano Marcello Celentano, no intúito de apresentar para o público mineiro, a linha dos vinhos piemonteses da Cantine San Silvestro. Além de sommelier (com nível 2 - ASI Milano), Marcello é produtor de vinhos na região do Vêneto e importa e distribui alguns belos vinhos de outras regiões da "Vecchia Bota".
Cantine San Silvestro é destas típicas cantinas piemontesas, que preza pela qualidade de toda gama dos seus vinhos, dos mais simples aos mais complexos. Referência na produção das uvas Barbera e Nebbiolo, mas que também se aventura com experimentos com uvas como a Cabernet Sauvignon.
Na capital mineira, Marcello apresentou quatro vinhos da San Silvestro em três belas degustações: para profissionais do grupo O Dádiva no salão do restaurante O Dádiva, para clientes da loja Casa do Porto na própria loja e para profissionais do vinho de Belo Horizonte também na loja da Casa do Porto.
Foram apresentados os seguintes vinhos:
- BARBERA OTTONE I D.O.C 2010 - um barbera de entrada, sem madeira. Muito fresco e agradável, ideal para início de uma refeição.
- MONFRÀ MONFERRATO D.O.C 2009 - pra mim a grande surpresa. Um corte de Nebbiolo (80%) com Barbera (20%)com estágio de 4 meses em barricas de carvalho. Boa estrutura com ótima acidez. Tem um toque terroso bem pronunciado. Aos poucos vai aparecendo notas de especiarias como cravo da índia e um leve toque de grãos de café.
- SENSAZIONI MONFERRATO ROSSO D.O.C 2009 - um corte atípico para um Monferrato - Nebbiolo (80%) e Cabernet Sauvignon (20%) - vinho mais moderno, apesar de ser apenas 20% do corte, a pimenta do Cabernet Sauvignon moderno é flagrante aqui, talvez seja esta mesmo a intenção da San Silvestro - produzir um Monferrato com cara de novo mundo.
- BAROLO PATRES D.O.C.G 2007 - surpreendente! Provavelmente o melhor Barolo de "baixo custo" que já degustei. E o mais interessante é que apesar da pouca idade já está bem redondo. Um achado!
O quarteto apresentado - gratas surpresas!!!
Marcello Celentano em sua apresentação para profissionais do grupo O Dádiva.
Clientes da Casa do Porto se preparando para conhecer os vinhos da Cantine Sansilvestro.
Spaghetti ao funghi porcini secchi, tomates frescos e alho poró crocante ao perfume de manjericão feito pelo chef Luciano Contarini. Para fechar a degustação da Cantine San Silvestro com chave de ouro.
Os vinhos da Cantine San Silvestro são comercializados em Minas Gerais com exclusividade pela Casa do Porto.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Salva Guarda Para o Vinho Brasileiro - Visão de um Sommelier.
Sabe qual foi o assunto que ganhou mais destaque no cenário do vinho no nosso país nas duas últimas semanas? Alguma degustação célebre para ficar na história? A visita de um grande produtor? Uma grande feira? Nada disso: o assunto do momento ficou por conta da Salva Guarda do vinho brasileiro.
E o que seria isto? Foi o pedido (ou lamento) de um grupo de produtores brasileiros (lê-se um grupo - e não, todos os produtores)para a nossa presidenta, de aumentar as taxas de imposto de importação de vinhos finos no Brasil. Ou pelo menos, limitar a importação dos vinhos finos estabelecendo cotas para as importadoras.
A justificativa dos produtores é que com a crise que vem assolando alguns países de grande histórico em produção de vinhos somada com a valorização da nossa moeda,os vinhos importados chegam com valores mais acessíveis no Brasil. E assim, vem ganhando cada vez mais o espaço das nossas prateleiras.
O assunto está sendo oficialmente estudado pelo governo, e caso seja aprovado, os nossos impostos sobre os vinhos finos estrangeiro poderá passar dos "ínfimos" 27% para os "irrisórios" 55%.
E o que mais se ve em blogs, sites e twitter é uma campanha maciça contra este possível protecionismo para o vinho brasileiro. Vários sommeliers estão incentivando colegas de profissão a tirar os rótulos brasileiro das cartas de seus restaurantes - alguns proprietários de importadoras colocando um parecer bem questionador sobre o assunto - alguns formadores de opnião e críticos de vinho do nosso país se mostrando totalmente contra esta posição dos produtores de vinho ligados com o governo do nosso país. E o quadro que está sendo pintado é o seguinte:
Importadoras X Produtores de Vinho Brasileiro.
"Restauranters" X Produtores de Vinho Brasileiro.
Sommeliers X Produtores de Vinho Brasileiro.
Consultores e Críticos de vinho X Produtores de Vinho Brasileiro.
Enófilos brasileiros X Produtores de Vinho Brasileiro.
Aí eu pergunto, precisava disso tudo? O meu umilde ponto de vista é o seguinte: não é este o caminho!
Acho que boa parte dos produtores brasileiros estão achando o caminho das pedras. Nossos espumantes ainda estão em alta, mesmo que de forma mais timida, mas estão - nossos vinhos brancos e tintos estão cada vez mais interessantes, fiz uma degustação recentemente com alunos do quarto módulo da ABS-MG e tivemos gratas surpresas...
Sinceramente, se este protecionismo vier neste momento, estaremos dando passos largos para trás - nossos vinhos estarão sendo nivelados por baixo. E eu acho que isso não vai ser interessante para ninguém.
Uma das coisas mais bonitas no mundo do vinho é a sua diversidade. E os enófilos brasileiros tem isso como poucos. Vários profissionais do vinho e enófilos de outros países invejam nossa posição de escolha, certifico isso em cada viagem para fora, em cada contato que faço com colegas de profissão de outros países. E perder este direito de escolha seria um crime! Seria um verdadeiro retrocesso na cultura do vinho de nosso país!
Enfim, deixo aqui o meu repúdio ao Salva Guarda do vinho brasileiro. Não é desta forma que deixaremos nosso vinho entre os melhores do mundo. Deixo aqui meu voto para a manutenção da diversidade do vinho no Brasil, ao direito de escolha de cada um!
E o que seria isto? Foi o pedido (ou lamento) de um grupo de produtores brasileiros (lê-se um grupo - e não, todos os produtores)para a nossa presidenta, de aumentar as taxas de imposto de importação de vinhos finos no Brasil. Ou pelo menos, limitar a importação dos vinhos finos estabelecendo cotas para as importadoras.
A justificativa dos produtores é que com a crise que vem assolando alguns países de grande histórico em produção de vinhos somada com a valorização da nossa moeda,os vinhos importados chegam com valores mais acessíveis no Brasil. E assim, vem ganhando cada vez mais o espaço das nossas prateleiras.
O assunto está sendo oficialmente estudado pelo governo, e caso seja aprovado, os nossos impostos sobre os vinhos finos estrangeiro poderá passar dos "ínfimos" 27% para os "irrisórios" 55%.
E o que mais se ve em blogs, sites e twitter é uma campanha maciça contra este possível protecionismo para o vinho brasileiro. Vários sommeliers estão incentivando colegas de profissão a tirar os rótulos brasileiro das cartas de seus restaurantes - alguns proprietários de importadoras colocando um parecer bem questionador sobre o assunto - alguns formadores de opnião e críticos de vinho do nosso país se mostrando totalmente contra esta posição dos produtores de vinho ligados com o governo do nosso país. E o quadro que está sendo pintado é o seguinte:
Importadoras X Produtores de Vinho Brasileiro.
"Restauranters" X Produtores de Vinho Brasileiro.
Sommeliers X Produtores de Vinho Brasileiro.
Consultores e Críticos de vinho X Produtores de Vinho Brasileiro.
Enófilos brasileiros X Produtores de Vinho Brasileiro.
Aí eu pergunto, precisava disso tudo? O meu umilde ponto de vista é o seguinte: não é este o caminho!
Acho que boa parte dos produtores brasileiros estão achando o caminho das pedras. Nossos espumantes ainda estão em alta, mesmo que de forma mais timida, mas estão - nossos vinhos brancos e tintos estão cada vez mais interessantes, fiz uma degustação recentemente com alunos do quarto módulo da ABS-MG e tivemos gratas surpresas...
Sinceramente, se este protecionismo vier neste momento, estaremos dando passos largos para trás - nossos vinhos estarão sendo nivelados por baixo. E eu acho que isso não vai ser interessante para ninguém.
Uma das coisas mais bonitas no mundo do vinho é a sua diversidade. E os enófilos brasileiros tem isso como poucos. Vários profissionais do vinho e enófilos de outros países invejam nossa posição de escolha, certifico isso em cada viagem para fora, em cada contato que faço com colegas de profissão de outros países. E perder este direito de escolha seria um crime! Seria um verdadeiro retrocesso na cultura do vinho de nosso país!
Enfim, deixo aqui o meu repúdio ao Salva Guarda do vinho brasileiro. Não é desta forma que deixaremos nosso vinho entre os melhores do mundo. Deixo aqui meu voto para a manutenção da diversidade do vinho no Brasil, ao direito de escolha de cada um!
segunda-feira, 26 de março de 2012
Agora Também no Taça Cheia
Uma novidade para aqueles que acompanham o Vinum Regnum: agora vocês podem encontar meus textos também no Taça Cheia, blog oficial da Casa do Porto.
Espero que gostem!
www.tacacheia.com.br
Espero que gostem!
www.tacacheia.com.br
Degustação Para Profissionais - Casa do Porto.
Aconteceu no dia 17 último, a Primeira Degustação para Profissionais Casa do Porto 2012. A intenção é fazer um encontro mensal entre os principais profissionais do vinho de Belo Horizonte, para dividir um pouco de conhecimentos deste mundo, fazer um mini intercâmbio entre os restaurante e o principal - degustar os belos vinhos do portfolio da Casa do Porto.
12 profissionais de restaurantes de BH concentrados nos vinhos apresentados
Na nossa primeira degustação, optamos em apresentar vinhos variados de boa relação preço-qualidade, que encaicharia como luva nas cartas de restaurantes. Os vinhos apresentados foram:
1. Domados Rosillo Torrontés 2009 (San Juan - Argentina).
2. Spanish White Guerrilla Gewurztraminer 2010 (Rioja - Espanha).
3. Michel Picard Pinot Noir Millesime 2009 (Borgonha - França).
4. Tierra Del Sol Reserva Carmenere 2008 (Colchagua - Chile).
5. Pharos Crianza 2007 (Rioja - Espanha) - talvez seja o vinho que mais surpreendeu - este Crianza espanhol de 18 meses de barrica. Corte entre as uvas Tempranillo, Garnacha e Graciano. Um verdadeiro achado!
Vinhos apresentados na primeira degustação para profissionais - Casa do Porto.
Paulo - gerente da Risotteria Sorriso e aluno da ABS-MG, premiado durante a degustação para profissionail.
No final de abril tem mais uma - com outros vinhos, com novos conhecimentos!
12 profissionais de restaurantes de BH concentrados nos vinhos apresentados
Na nossa primeira degustação, optamos em apresentar vinhos variados de boa relação preço-qualidade, que encaicharia como luva nas cartas de restaurantes. Os vinhos apresentados foram:
1. Domados Rosillo Torrontés 2009 (San Juan - Argentina).
2. Spanish White Guerrilla Gewurztraminer 2010 (Rioja - Espanha).
3. Michel Picard Pinot Noir Millesime 2009 (Borgonha - França).
4. Tierra Del Sol Reserva Carmenere 2008 (Colchagua - Chile).
5. Pharos Crianza 2007 (Rioja - Espanha) - talvez seja o vinho que mais surpreendeu - este Crianza espanhol de 18 meses de barrica. Corte entre as uvas Tempranillo, Garnacha e Graciano. Um verdadeiro achado!
Vinhos apresentados na primeira degustação para profissionais - Casa do Porto.
Paulo - gerente da Risotteria Sorriso e aluno da ABS-MG, premiado durante a degustação para profissionail.
No final de abril tem mais uma - com outros vinhos, com novos conhecimentos!
terça-feira, 20 de março de 2012
Uma Noite Rica em Aromas e Sabores.
Uma noite muito rica em aromas e sabores, assim posso resumir a aula de gastronomia do chef Felipe Rameh, responsável pela cozinha do restaurante O Dádiva. Aconteceu no último dia 12, para um grupo seleto de alunos, dentro do apartamento do próprio chef.
Na ocasião tive a oportunidade de apresentar 3 novos vinhos espanhóis do novo portfólio da Casa do Porto: Spanish White Guerrilla Verdejo 2010, Matsu El Picaro 2009 e Gavanza 2006 - que abrilhantaram ainda mais os pratos do chef Felipe Rameh.
Segue algumas imagens desta noite memorável:
Spanish White Guerrilla Verdejo 2010 sendo preparado para ser degustado.
Os chefs Felipe e Thiago finalizando os últimos detalhes antes da aula.
Os vinhos Matsu El Picaro 2009 e Gavanza 2006 aguardando o momento de entrar em cena.
Verdadeiros felizardos esperando para o início do "sacrifício" - a noite prometia gratas surpresas!
Chef Felipe Rameh iniciando os trabalhos...
Arrematando as torradas como ovos de codorna trufados - simplesmente um luxo!
O Gran Finale sendo preparado - Fideua: prato típico espanhol, que remete à clássica paeja, porém uma versão feita com massa ao invés do arroz. Foi servida com uma posta de bacalhau - não teria como finalizar a noite em maior estilo!
O trio que ajudou a abrilhantar esta grande noite gastronômica: Spanish White Guerrilla Verdejo 2010, Matsu El Picaro 2009 e Gavanza 2006.
Na ocasião tive a oportunidade de apresentar 3 novos vinhos espanhóis do novo portfólio da Casa do Porto: Spanish White Guerrilla Verdejo 2010, Matsu El Picaro 2009 e Gavanza 2006 - que abrilhantaram ainda mais os pratos do chef Felipe Rameh.
Segue algumas imagens desta noite memorável:
Spanish White Guerrilla Verdejo 2010 sendo preparado para ser degustado.
Os chefs Felipe e Thiago finalizando os últimos detalhes antes da aula.
Os vinhos Matsu El Picaro 2009 e Gavanza 2006 aguardando o momento de entrar em cena.
Verdadeiros felizardos esperando para o início do "sacrifício" - a noite prometia gratas surpresas!
Chef Felipe Rameh iniciando os trabalhos...
Arrematando as torradas como ovos de codorna trufados - simplesmente um luxo!
O Gran Finale sendo preparado - Fideua: prato típico espanhol, que remete à clássica paeja, porém uma versão feita com massa ao invés do arroz. Foi servida com uma posta de bacalhau - não teria como finalizar a noite em maior estilo!
O trio que ajudou a abrilhantar esta grande noite gastronômica: Spanish White Guerrilla Verdejo 2010, Matsu El Picaro 2009 e Gavanza 2006.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Maetierra Spanish White Guerrilla & Gastronomia Japonesa - Será que vai dar liga???
Vinhos brancos espanhóis e gastronomia japonesa... Será que vai “dar liga”?
É com o intuito de responder esta pergunta é que estamos fazendo a nossa primeira Degustação Harmonizada dentro do programa Viva La Vida da Casa do Porto BH.
A principio Ocidente e Oriente não podem ocupar a mesma mesa, some a isso o consenso geral de que comida japonesa deve ser harmonizada com um bom vinho branco ou mesmo com o clássico Saquê, bebida típica da terra dos samurais.
Mas então porque vinhos brancos espanhóis? Vamos aos fatos:
A gastronomia japonesa desenvolveu-se ao longo dos séculos como um resultado de muitas mudanças políticas e sociais no Japão. Sendo assim, a culinária deste país não parou de acompanhar a evolução de sua comunidade. E por que não dizer, a evolução do Mundo.
Assim como a gastronomia japonesa, o vinho espanhol também evoluiu muito ao longo dos séculos: invasões mulçumanas, retomada cristã, praga da filoxera e algumas crises, fizeram dos vinhos deste país um dos mais dinâmicos e atuais do que podemos chamar de “berço do vinho” – e isto tudo sem perder o respeito às suas raízes.
Além do mais, nas últimas décadas, não há gastronomia mais “estrelada” que a japonesa e não há vinhos de novos produtores mais pontuados que os espanhóis.
Ao mesmo tempo tradicionais e atuais. Inovadores e dinâmicos. Venha conhecer esta nova vertente da gastronomia japonesa e dos vinhos brancos espanhóis na nossa primeira Degustação Harmonizada do Programa Viva La Vida 2012.
Albariño ou Sauvignon Blanc? Verdejo ou Chardonnay? Riesling ou Gewürtraminer? Qual será a melhor harmonização? Venha descobrir com a gente!
Está Degustação Harmonizada é uma parceria entre a Casa do Porto e restaurante Rokkon.
Valor total do investimento: R$150,00
É com o intuito de responder esta pergunta é que estamos fazendo a nossa primeira Degustação Harmonizada dentro do programa Viva La Vida da Casa do Porto BH.
A principio Ocidente e Oriente não podem ocupar a mesma mesa, some a isso o consenso geral de que comida japonesa deve ser harmonizada com um bom vinho branco ou mesmo com o clássico Saquê, bebida típica da terra dos samurais.
Mas então porque vinhos brancos espanhóis? Vamos aos fatos:
A gastronomia japonesa desenvolveu-se ao longo dos séculos como um resultado de muitas mudanças políticas e sociais no Japão. Sendo assim, a culinária deste país não parou de acompanhar a evolução de sua comunidade. E por que não dizer, a evolução do Mundo.
Assim como a gastronomia japonesa, o vinho espanhol também evoluiu muito ao longo dos séculos: invasões mulçumanas, retomada cristã, praga da filoxera e algumas crises, fizeram dos vinhos deste país um dos mais dinâmicos e atuais do que podemos chamar de “berço do vinho” – e isto tudo sem perder o respeito às suas raízes.
Além do mais, nas últimas décadas, não há gastronomia mais “estrelada” que a japonesa e não há vinhos de novos produtores mais pontuados que os espanhóis.
Ao mesmo tempo tradicionais e atuais. Inovadores e dinâmicos. Venha conhecer esta nova vertente da gastronomia japonesa e dos vinhos brancos espanhóis na nossa primeira Degustação Harmonizada do Programa Viva La Vida 2012.
Albariño ou Sauvignon Blanc? Verdejo ou Chardonnay? Riesling ou Gewürtraminer? Qual será a melhor harmonização? Venha descobrir com a gente!
Está Degustação Harmonizada é uma parceria entre a Casa do Porto e restaurante Rokkon.
Valor total do investimento: R$150,00
Vizar 12 Meses 2006 - por Flavio Maciel & Gustavo Giacchero.
Quando acabei de descrever este vinho no meu caderno de degustações, recebi um email do sommelier Flavio Maciel com algumas descrições de vinhos espanhóis que tinha acabado de degustar. E coincidentemente entre os vinhos descritos, estavam alguns relatos do Vizar 12 Meses 2006. E aí veio a idéia de postar o vinho descrito por dois sommeliers. Um detalhe importante, o vinho degustado não era da mesma garrafa.
Ganhei este Vizar de uma verdadeira figura do mundo do vinho: Alberto Escribano, espanhol responsável pela divulgação desta vinícola neste mundão de Deus. Já havia degustado anteriormente este 85% de Tempranillo com 15% de Cabernet Sauvignon, estagiado 12 meses em barricas de carvalho, mas sempre que me encontro com este vinho, ele me apresenta mais novidades.
Vizar é uma referência entre os Vinos de la Tierra de Castilla Y León, consegue trabalhar com tradição e modernidade como poucos produtores. Mas vamos ao Vizar 12 Meses 2006:
"Este vinho eu descrevo em três palavras: saboroso, intenso e complexo." Com estas palavras Flavio Maciel inicia sua descrição. - " Floral(violeta), compota de frutas negras, aniz estrela e baunilha. Gostou ? Pois é, este Vizar 2006 se destaca por apresentar aromas bem complexos. Com 85% Tempranillo e 15% Cabernet Sauvignon, e de cor rubi com reflexos violáceos, este vinho oferece na boca intensas sensações de sabor e estrutura. Taninos bem domados, pelo estágio 12 meses em carvalho." - assim Flavio termina sua descrição.
Vou um pouquinho além: em seu aroma apresenta cacau, especiarias doces (tendo destaque açúcar mascavo), ameixa madura e uma leve torrefação. Na boca extremamente elegante, tudo bem equilibrado. Certamente um grande vinho! Não é um vinho barato, mas com certeza podemos falar que tem uma ótima relação qualidade-preço.
Garrafa autografada pelo próprio Alberto Escribano.
Flavio Maciel é sommelier dos restaurantes japoneses Rokkon, além de um grande parceiro.
Os vinhos Vizar são importados e comercializados exclusivamente pela Casa do Porto.
Ganhei este Vizar de uma verdadeira figura do mundo do vinho: Alberto Escribano, espanhol responsável pela divulgação desta vinícola neste mundão de Deus. Já havia degustado anteriormente este 85% de Tempranillo com 15% de Cabernet Sauvignon, estagiado 12 meses em barricas de carvalho, mas sempre que me encontro com este vinho, ele me apresenta mais novidades.
Vizar é uma referência entre os Vinos de la Tierra de Castilla Y León, consegue trabalhar com tradição e modernidade como poucos produtores. Mas vamos ao Vizar 12 Meses 2006:
"Este vinho eu descrevo em três palavras: saboroso, intenso e complexo." Com estas palavras Flavio Maciel inicia sua descrição. - " Floral(violeta), compota de frutas negras, aniz estrela e baunilha. Gostou ? Pois é, este Vizar 2006 se destaca por apresentar aromas bem complexos. Com 85% Tempranillo e 15% Cabernet Sauvignon, e de cor rubi com reflexos violáceos, este vinho oferece na boca intensas sensações de sabor e estrutura. Taninos bem domados, pelo estágio 12 meses em carvalho." - assim Flavio termina sua descrição.
Vou um pouquinho além: em seu aroma apresenta cacau, especiarias doces (tendo destaque açúcar mascavo), ameixa madura e uma leve torrefação. Na boca extremamente elegante, tudo bem equilibrado. Certamente um grande vinho! Não é um vinho barato, mas com certeza podemos falar que tem uma ótima relação qualidade-preço.
Garrafa autografada pelo próprio Alberto Escribano.
Flavio Maciel é sommelier dos restaurantes japoneses Rokkon, além de um grande parceiro.
Os vinhos Vizar são importados e comercializados exclusivamente pela Casa do Porto.
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